POLÍTICA: Manoel Queiroz é investigado suspeito de contratar gerente de fazenda como funcionário da AL

O site AF Notícias, mostrou nesta sexta-feira, 31, a informação de que o Ministério Público do Tocantins abriu mais uma investigação sobre uma pessoa supostamente beneficiada com um cargo público na Assembleia Legislativa, mas não sabia sequer assinar o próprio nome e nem que tinha sido nomeada.

O caso chegou à 9ª Promotoria de Justiça da Capital no dia 18 de abril e um inquérito civil foi instaurado nesta terça-feira (28).

O suposto ex-servidor é José Alderico da Silva, nomeado como assessor parlamentar do ex-deputado estadual Manoel Queiroz, da região do Bico do Papagaio.

Conforme a portaria do inquérito, José Alderico afirmou em ação de reclamação trabalhista que foi gerente de uma fazenda do ex-deputado em Ponte Alta do Tocantins durante os anos de 2011 a 2017.

Na reclamação trabalhista, ele afirmou em depoimento que “nunca recebeu nenhum valor como assessor parlamentar e nem sabia que trabalhava como tal; e não assinou nenhum termo de posse ou documento neste sentido”.

Já o ex-parlamentar Manoel Queiroz confirmou que levou José Alderico e sua esposa para a fazenda no ano de 2011, mas “para assessorá-lo como assessores parlamentares”. O casal recebiainicialmente R$ 2.600,00, sendo que ao término do mandado o salário chegou a R$ 3.800,00.

O ex-deputado disse ainda não saber se o seu assessor sabia ler ou escrever e que nunca o viu lendo ou escrevendo.

Conforme o MP, a eventual conduta constitui prática corriqueira no Estado, sendo totalmente reprovável, tendo em vista que o agente enriquece ilicitamente à custa do erário e do suor do contribuinte

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